quarta-feira, 5 de junho de 2013


10º Domingo do Tempo Comum Æ09.06.2013
JESUS É O SENHOR DA VIDA E DA HISTÓRIA
O Senhor visita seu povo e, com autoridade, manda:
Jovem, eu te ordeno, levante-te!
A liturgia da Palavra traz a experiência da dor. Jesus mostrou que Deus ama a todos e não quer o sofrimento. Os textos apresentam o rosto misericordioso e compassivo de Deus que se manifesta nas ações de Elias, de Jesus e de Paulo. O Deus da vida vai ao encontro das viúvas de Sarepta (Senhor, salve seu filho) de Naim (mulher, não chores) e de Paulo (o perseguidor dos cristãos), que sofre incompreensões por parte de membros da comunidade.
Deus está sempre no meio de seu povo, através de Jesus, para lhes enxugar as lágrimas e consolar os que sofrem pela solidão e abandono, levando-lhes a esperança e o amor a vida, a fim de resgatar-lhes a dignidade, a confiança, a alegria de viver.
A história mostra nosso Deus agindo nos profetas, em defesa dos oprimidos, como as viúvas; no seu Filho, assumindo a dor e a tristeza dos que sofrem, levando bondade e salvação. As duas viúvas, na morte dos filhos, representam a humanidade carente do amor Deus na luta em favor da vida. Jesus veio trazer o consolo, a salvação, a vida divina que permanece para sempre.
Somos chamados a seguir esse caminho do amor, viver a bondade e estender a mão aos sofredores e carente de Deus, levando a Boa Notícia do Salvador que deu a vida por amor. É o convite do Senhor da vida que nos chama, como discípulos, a proclamar a mensagem libertadora do Evangelho. Ano da fé nos estimula a descobrir deus no mundo e glorificá-LO por tudo o que Ele realiza em nosso favor.
O amor de Deus, seu projeto de vida nos convoca a viver o amor
entre irmãos frente ao sofrimento e a morte.
Primeira Leitura: 1Reis 17,17-24 Eis aqui, vivo, o teu filho.
O texto apresenta a viúva Sarepta, pobre e estrangeira, com seu filho e o profeta Elias, seu hóspede. Elias não deixa faltar farinha nem azeite para alimentá-los. O filho dessa mulher adoeceu e morreu. O relato revela o cuidado e a preocupação de Deus com seu povo. Deus é o Deus da vida e não o Deus da morte no imaginário da viúva que via no profeta, como que acusando o mal do filho por causa de seus pecados. Elias invoca a misericórdia de Deus na restituição da vida do menino. A viúva, vendo o filho recuperado, reconhece em Elias o enviado de Deus: “Agora vejo que és um homem de Deus e que a palavra do Senhor é verdadeira em teus lábios”.
A morte é um enigma, um mistério para o homem, que jamais deve imaginar como sendo um castigo de Deus: A bondade de Deus é infinita e deseja só o bem e a felicidade de seus filhos. Jesus faz referência à viúva de Sarepta e ao sírio Naamã como representante dos gentios que entram na Igreja, após receber o Evangelho. O profeta Elias é a figura que acredita no Deus da vida, que não abandona o homem ao poder da morte e ressuscita o filho da viúva. Assim, nós que somos cristãos, devemos pensar e agir com esperança e sem pessimismo pelas desgraças que nos atingem.
Salmo Responsorial: O salmista exalta o Senhor que salvou sua vida da morte, transformando dor em alegria. Eu Vos louvo, ó Senhor, porque me salvastes.
Segunda Leitura: Gálatas 1,11-19
Ele me revelou seu Filho para que eu o pregasse entre os pagãos.
Paulo defende a autenticidade de sua pregação e do seu ministério apostólico que segue critério divino e não humano. Ele recebeu de Cristo e não é diferente do evangelho pregado pelos apóstolos “Pois mesmo que nós ou um anjo vindo do céu vos pregasse um evangelho diferente daquele que vos pregamos, seja excluído!”. Ele reafirma que tudo o que apreendeu foi por revelação Divina em Cristo Jesus. Quando judeu, era um zeloso fariseu e fiel às tradições paternas que acreditava na salvação pela lei e não pela graça; lutou por seus ideais, incluindo a perseguição à Igreja de Deus. Ao ser “fisgado” por Deus, dá uma reviravolta em sua vida e inicia uma nova de amor e fé nos ensinamentos de Cristo, tornando-se ardoroso pregador entre os pagãos. “Combati o bom combate, guardei a fé”, escreve mais tarde da prisão (em 2Timóteo). A certeza de sua vocação era tanta que não julgou necessário consultar os apóstolos em Jerusalém, só comparecendo 3 anos após em encontro com Tiago.
A gratuidade da conversão é uma força vital, uma dinâmica profética que alguém recebe diretamente de Deus.
Evangelho: Lucas, 7,11-17 Jovem, eu te ordeno, levanta-te!
Jesus, com os discípulos e uma multidão, chega à cidade de Naim e se depara com o enterro do filho único de uma viúva que, já excluída de direitos, sentia-se desamparada e triste. Jesus, cheio de compaixão, consola a viúva e se aproxima do morto, deixando de lado normas de pureza ritual que proibiam tocar um cadáver. O jovem sentou-se e começou a falar e Jesus o entregou a sua mãe, como fez Elias, quando entregou o filho à viúva de Sarepta.
O texto apresenta a experiência da dor. Jesus mostrou, na ressurreição do jovem, a paixão pela vida como sinal libertador. A morte não é para pagar pecados. Cabe a nós, batizados, valorizar a vida como dom de Deus. Milagre se busca, crendo em Deus para que a dor nos una aos sofrimentos de Jesus pela fé e serviço e sermos julgados pelas atitudes de misericórdia. Por isso, em Naim Deus visita seu povo e mostra que a ressurreição é uma atitude de vida, mas que a ressurreição de Jesus é a que representa o significado supremo dos milagres.
Jesus traz consolo e vida divina permanente, convocando-nos para socorrer os desamparadas e em situação de exclusão e morte. Paulo nos ensina a enfrentar os desafios e anunciar a Boa Nova e Lucas nos coloca no caminho de Jesus em defesa da vida. (Batista parece indeciso): “És Tu que hás de vir ou devemos esperar outro?” Que Senhor Deus faça de nós fonte de fé e de vida em Cristo que é a Sua infinita bondade, compaixão e amor. Ele veio criar e oferecer ao homem alegria e felicidade de uma vida aberta, criadora e livre. Nossa opção é seguir o caminho da esperança, da ressurreição que transforma o choro da morte em sentido de vida.
“Deus visitou o seu povo”. Jesus é “um grande profeta” que veio realizar o reino pela ressurreição, oferecendo a sua vida, obediente ao Pai.
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sexta-feira, 24 de maio de 2013


9º Domingo do Tempo Comum, â02.06.2013

 SENHOR, EU NÃO SOU DIGNO QUE ENTREIS EM MINHA CASA. DIZE UMA
PALAVRA E MEU SERVO SERÁ CURADO.
A Fé do pagão e a cura de seu empregado.
Reiniciamos o período do tempo comum na liturgia da Igreja que vai da segunda-feira do Domingo do Pentecostes até a véspera do 1º Domingo do Advento. É o período de aprofundar a presença de Cristo na vida cristã, sem considerar os momentos episódicos da vida do filho de Deus e seu mistério. Iniciamos com o domingo do evangelho do centurião, com sua célebre frase de humildade e que rezamos antes da comunhão. A compreensão do mistério de Cristo, numa comunidade com suas diversidades de dons, problemas e conflito, acontece por obra do Espírito que leva a se identificar com a presença de Cristo.
A presença de pagãos na Igreja, sem se submeter à lei, desempenhou um papel fundamental para a difusão da Boa Nova, justificando que o único mediador é Jesus Cristo, a Nova Aliança entre Deus e os homens e não a lei judaica. Para a religião judaica esse (a lei) era o meio pelo qual Deus queria justificar e libertar o povo do pecado. Para Paulo a salvação é obra de Deus, graça, e não a pretensa lei dos judeus: o absoluto é Cristo, não a lei.
As leituras nos falam da interseção: Na 1ª Salomão suplica pelos estrangeiros que trabalham em seu templo e não são judeus; na 2ª Paulo se apresenta como mediador do evangelho ao interceder pelos gálatas; e na 3ª é o centurião que implora por seu servo. Os pedidos têm como fundamento a fé viva em Deus. Assim a Igreja é convidada a fazer essa experiência e mostrar sua verdadeira fé, em especial na prece dos fiéis e na oração eucarística, abrindo seu coração para o amor e a valorização do irmão em Jesus Cristo. É preciso, ainda, que os cristãos tenham a consciente de que não são os únicos agraciados por Deus.
A Palavra de Deus e seu projeto de vida para nós nos questionam sobre nossa FÉ enquanto rezamos.
Primeira Leitura: 1Reis 8, 41-43 Quando um estrangeiro vier rezar no teu Templo,escuta-o
Salomão reza para que Deus atenda os estrangeiros. Em sua oração dedicada ao templo, Salomão não reza apenas pela casa de Davi e o povo de Israel, mas também pelos estrangeiros, não pertencentes ao seu povo, para que venham adorar e respeitar o grande e poderoso Deus de Israel e do Universo. O sábio Salomão tem o orgulho de ter construído o grande templo como casa de oração para todas as nações, desejando que Deus abra seus braços às súplicas e necessidades de todos os homens, todas as nações: que todos os povos O conheçam e O invoquem!
Salmo Responsorial: O salmista convida as nações a glorificar o Senhor, pois seu amor e fidelidade dura para sempre. Ide, vós, por este mundo afora e proclamai o Evangelho a todos!
Segunda Leitura: Gálatas 1, 1-2.6-10
Se eu ainda estivesse preocupado em agradar aos homens, não seria servo de Cristo 
No texto, Paulo salienta que o ministério de apóstolo no anúncio do evangelho recebeu daquele que foi Ressuscitado por Deus Pai, enfatizando com veemência, frente aos incrédulos e “plantadores” de orientações alheias aos ensinamentos evangélicos, que: Cristo é o único mediador da salvação. Paulo acusa os perturbadores e falsos pregadores, mesmo que sejam anjos vindos do céu: “Se alguém vos pregar um evangelho diferente daquele que recebestes, seja excomungado”.
Paulo escreveu com intensa preocupação, salientando que não se trata de sua pessoa, mas da pureza do evangelho: “Eu não seria servo de Cristo se pretendesse agradar aos homens. A garantia de sua veemência vem de Cristo e não dos homens porque Deus, que ressuscitou o Filho dos mortos, é o mesmo Deus que chamou a Paulo para a missão na pessoa de Jesus Cristo.
Evangelho: Lucas 7, 1-10 Nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé.
O centurião de Cafarnaum, um pagão que apequena os representantes da sinagoga por sua fé em Jesus, o Senhor, pela força salvífica de sua palavra. Lucas descreve o centurião como um homem temente a Deus, um pagão que serve de exemplo para os judeus e, porque não, a todos nós, cristãos. Lucas se revela um evangelista ecumênico, descobrindo os valores dos crentes em todo o mundo, independente de sua origem social ou religiosa.
O Oficial se compadece do servo doente. Ao ouvir falar de Jesus enviou alguns anciãos dos judeus para pedir-lhe que curasse seu servo. Salientes-se que se um judeu freqüentasse a casa de um gentio transgredia regra de pureza ritual e se tornava impuro para o culto e a oração. Os anciãos estão convictos da boa fé e atitudes do centurião, por isso insistem com Jesus em atendê-lo.
O oficial, excluído pela religião por pertencer ao império Romano e opressor, merece a salvação, não pelas obras realizadas, mas pela fé no Senhor da vida. Ele confia em Jesus e expressa seu respeito: Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa... Merecendo louvável elogio do Mestre:Eu vos declaro que nem mesmo em Israel encontrei uma fé tão grande”.
A cura gratuita revela a salvação pela palavra de Jesus, o Vencedor da morte. A fé do oficial pagão, que teme a Deus, é um sinal da abertura do anúncio evangélico para o mundo não-judeu. A cura do criado do centurião, que tem consciência de não pertencer ao povo eleito, revela a sua fé na pessoa de Jesus, fé que para o cristão tem como fonte de origem a mensagem evangélica. O centurião é um pagão que serve de exemplo a todos nós cristãos.
O Espírito do Senhor dá vida e  anima o Cristão em missão a serviço do Amor.

 
Na caminhada da fé, cada um é livre
e humilde para Crer no Amor:
“Eu irei curá-lo!”
Senhor, eu não sou digno...
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terça-feira, 21 de maio de 2013


Santíssima Trindade ÿ 26/05/2013
  DEUS UNO E TRINO:
COMUNIDADE DE AMOR
ÿ O PAI SE REVELA E SE COMUNICA POR MEIO 

De CRISTO NO ESPÍRITO SANTO
Somos comunidade unida no Pai, Filho e Espírito Santo:
Santíssima Trindade, mistério central de nossa fé. Três pessoas em um só Deus.

A solenidade não é um convite a decifrar o mistério, mas contemplá-lO com veneração. É o momento especial para refletir sobre nossa própria identidade e missão no mundo. Deus é comunidade de amor e Seu deseja é que este amor seja vivido entre nós irmãos. Na Trindade, Deus é amor e nós nELE, devemos sê-lo, louvando e O bendizendo pelos gestos realizados na Igreja Cristã. Deus dá sempre o primeiro passo em nossa direção para conhecê-lO.
A Igreja estabeleceu este ano como o Ano da Fé. Deus se manifesta, revela-se e nos oferece conhecimentos, abrindo nosso coração para este grande encontro com a Trindade.   

A Santíssima Trindade é conhecida pelas palavras de Jesus, como Deus e Homem verdadeiro: "Ensinai todas as gentes, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo". Na sua última prece, Ele pede a seus discípulos que sejam um como seu Pai e Ele. "Meu Pai e eu somos um", deixando clara a unidade entre o Pai e o Filho. Na promessa de enviar o Espírito, antes de ser elevado ao Céu, disse que o Pai enviará o Espírito Santo, os ensinará e os fortalecerá na fé: "Rogarei a meu Pai e Ele vos mandará outro consolador", "o espírito da verdade" que "vos ensinará tudo".
A Solenidade nos convida a contemplar o mistério de “um Deus em três pessoas", Deus família, comunidade, que criou os homens para fazê-los comungar nesse mistério de amor.
Primeira Leitura: Provérbios, 8,22-31
Antes que a terra fosse feita a Sabedoria já tinha sido concebida.
O texto mostra que a sabedoria divina está presente em todas as coisas criadas e se alegra junto aos filhos dos homens que contemplam o Deus Criador, por sua bondade, beleza e harmonia na criação. O Livro é rico em “ditos, sentenças, provérbios” apresentados antes e depois de Cristo, refletindo a sabedoria dos sábios, empenhados em definir regras do viver bem, para ter êxito e ser feliz.
O capítulo 8 apresenta um discurso nascido da Sabedoria, uma reflexão sobre sua origem, como se Ela fosse uma pessoa; um artifício literário onde o autor dramatiza o convite que ele lança no sentido de acolher e amar essa imensa Sabedoria: o Criador presente e envolvido com a criatura, como uma reflexão sobre o plano de Deus. Essa Sabedoria precede a toda a criatura, como um arquiteto da obra, em especial sua obra principal: o homem, sua imagem e semelhança. Viemos de Deus e Somos batizados na Trindade, por isso lhe pertencemos: nossa fé é trinitária.
Contemplar a criação é descobrir, na harmonia da obra, esse Deus e Pai cheio de bondade Paterna. Cabe ao homem reconhecer essa grandeza e entregar-se confiante em Suas mãos que tudo criou com zelo e amor.
Salmo Responsorial: O salmo é um hino de louvor ao Criador por suas obras, sendo Cristo coroado de honra e glória por nossa salvação. Ó Senhor nosso Deus, como é grande vosso nome por todo o universo!
Segunda Leitura: Romano 5,1-5 A Deus, por Cristo, na caridade difundida pelo Espírito.
Paulo nos convida a contemplar Deus, como o Pai amoroso que, pelo Espírito, em Jesus Cristo, nos justifica de forma gratuita e incondicional. É através do Filho que os dons do Pai se derramam sobre nós e nos dá vida em plenitude de amor e esperança para nos levar a exultar na alegria e na tribulação, na certeza de que os reveses da vida nos fortalecem e aumentam nossa fé. O evangelho, pelo amor de Deus à humanidade, é a força que justifica e salva os homens, sem distinção, dando-lhes paz e esperança, por isso devemos voltar nosso olhar para Deus que nunca desiste de nós.  (O Justificar bíblico significa receber o perdão misericordioso de Deus, mesmo sem méritos).
A vinda de Jesus ao encontro dos homens é a maior expressão do amor de Deus e o sinal de que Deus, apesar de nossos pecados, jamais nos abandonou, partilhando nossa pobreza e a fragilidade da nossa existência para  mostrar que, pelo Batismo, nos tornarmos Seus filhos e herdeiros da felicidade eterna: Integrantes da Família Trinitária. A presença do Espírito, no Pentecostes, nos fez Igreja, levando-nos a vida nova do Homem Novo.
Evangelho: J0ã0 16,12-15
Tudo o que o Pai possui é meu. O Espírito Santo receberá do que é meu e vo-lo anunciará.
Jesus, antes da páscoa, na última ceia e ao constituir a comunidade de amor, orienta os discípulos que suas palavras e ações serão compreendidas após sua ressurreição, mediante a ação do Espírito que os conduzirá à plena verdade. O texto revela que o amor do Pai é revelado pelo Filho e permanece vivo através do Espírito Santo.
A ação do Espírito é uma comunhão perfeita entre o Pai e o Filho:  Eu e o Pai somos Um. Tudo o que Deus tem pertence a Jesus por sua revelação de vida e missão. Jesus glorificou o Pai em Sua obra redentora e o Espírito O glorificou para receber o que é Seu e anunciar aos apóstolos a proclamar em Seu nome: Quem crê em mim fará as obras que eu faço!
Somos seres humanos chamados ao respeito mútuo e, apesar das diferenças, é nessa diversidade que devemos nos amar mutuamente. No livro dos provérbios aprendemos que todas as coisas são revestidas de dignidade e devem ser respeitadas com sabedoria. Jesus, por isso, promete o Paráclito para nos ensinar a viver o modelo da perfeita comunidade que é a meta da Igreja Cristã, como a Trindade-Amor. É no amor do Deus Uno e Trino, unidade e comunhão, que aprendemos a superar o egoísmo em nome do serviço ao irmão. O Espírito da verdade fará com que o amor de Jesus ecoe no coração de cada cristão fiel na formação de uma Igreja santa, católica e apostólica.
No mistério do amor de Deus, somos convidados a formar vida de Homem Novo, vida de comunhão e de amor em plenitude 
  DEUS ETERNO A VÓS LOUVOR!
 GLÓRIA VOSSA MAJESTADE!
ANJOS E HOMENS COM FERVOR,
  VOS ADORAM, DEUS TRINDADE,
CANTE TERRA COM AMOR! SANTO, SANTO É O SENHOR.
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