quarta-feira, 27 de novembro de 2013


1º Domingo do Advento 01/dez/2013 - Ano A
VINDE e DEIXE-SE GUIAR PELA LUZ DO SENHOR (Isaias2,5)
AO ENCONTRO DO SENHOR COM O IRMÃO
Ficai atentos: não sabeis em que dia o Senhor virá
 
NICIAMOS O ANO LITÚRGICO na esperança de Graças e Bênçãos. A liturgia do Advento é um apelo: conversão, vigilância, alegria e esperança no Senhor que vem (a exemplo do povo de Deus durante séculos). O nascimento de Jesus, não como uma simples lembrança histórica, terá sentido em nossa vida se abrirmos nosso coração, nossos lares e comunidades. Advento é tempo de espera (“Quando virá Senhor o Dia...”). Vigilância é prontidão e desapego de tudo que nos afasta de Deus. Vigilância é oração e temperança permanente: “Sejam sóbrios e fiquem de prontidão” (1 Pedro 5,8-9). É se guiar pela luz do Senhor e aprender com Ele a fazer história, construindo uma nova sociedade.

Advento”, vinda, chegada: é o caminho ao encontro do Salvador que assume a natureza humana e revela o mistério amoroso de Deus. Tem dois pontos de chegadas: até 15 de dezembro prepara a segunda vinda do Senhor e no último domingo salienta o Natal: a vinda do Filho do Altíssimo. É o Maratá do cristão, que clama: vem, Senhor! Exige conversão e fé, assumidas no Batismo e atualizados na Páscoa.

1ª Leitura: Isaías 2,1-5
O Senhor reúne todas as nações para a paz eterna do Reino.
O texto é um poema de paz universal e de união de todos os povos em torno de Deus. É um convite para o encontro dos homens no monte do Senhor: ouvir sua Palavra de esperança e de paz sem fim. “Eles transformarão suas armas em ferramentas de trabalho. Povo algum levantará a espada contra outro povo e não haverá guerra”. É a criação de um mundo novo de paz entre as nações: verdadeiro prefácio da vinda gloriosa do Senhor no Juízo Final.

É a realização da profecia: “O verbo se fez carne e veio habitar entre nós, trazendo a paz aos homens”. Devemos estar preparados para acolher o Salvador: ouvindo sua Palavra e sua proposta de salvação. Ele cumpriu sua parte: venceu o mal e a morte para nos dar vida nova. Cabe aos homens fazer sua parte.

2ª Leitura: Romanos 13,11-14a 
A salvação está mais perto de nós.
É o domingo da vigilância. Vigiar é ser solidário com Jesus, assumindo a causa dos oprimidos e desprezados de nosso meio. Paulo inicia com um alerta: “Vós sabeis em que tempo vivemos: já é hora de acordar, pois nossa salvação se aproxima”. É um libertar-se do mundo das trevas para vestir-se da LUZ de Cristo. Paulo alerta que a porta está aberta a todos os que lutam por uma sociedade justa e pacífica: Para isso Jesus deu sua vida.  Em sua carta missionária, ele se reporta ao tempo presente com a vinda futura de Cristo: “A noite vai adiantada e o dia vai chegando, por isso é momento de fugir das trevas e vestir-se com as armas da luz”, acrescentando: “nada de orgias, comilanças, brigas ou rivalidades, pelo contrário: Revesti-vos do Senhor Jesus”.

Responsável pelas comunidades, Paulo recomenda: É para esta vida nova, livres do egoísmo e do pecado, que cada um deve trilhar o viver na Fé, no amor e no serviço. A questão fundamental para Paulo é a conversão: sair das trevas para a luz. “acordai e renovai o entusiasmo pelo evangelho e revesti-vos do Senhor Jesus que vem”.

EVANGELHO: Mateus 24, 37-44
Ficai atentos e preparados!
O texto é um apelo à vigilância. Mateus apresenta o último discurso de Jesus antes de Sua Paixão: um discurso de caráter escatológico, onde a questão central é a vinda do Filho do homem (anos 80), diferente de Marcos, referindo-se aos Sinais da destruição de Jerusalém (anos 65-70), épocas diferentes. Mateus, percebendo o desânimo do povo de Deus, pela espera do Senhor, sente ser o momento de renovar neles a esperança de construir o Novo Reino. Oportunas as palavras de Cristo sobre sua vinda gloriosa, compondo com elas uma exortação ao povo, como um fato certo e sem tempo determinado, mas que exige preparação, amor e fé no Salvador.

A linguagem desta mensagem é estranha e enigmática, do gênero da época. Uma mensagem apocalíptica, por revelar algo escondido. O objetivo é alertar as pessoas desanimadas e tristes, confortando-as de que a vitória final será de Deus e de Seus fiéis amigos. Em consequência apresenta três sinais: 1) A referência à arca de Noé: o povo se preocupava em gozar a vida, divertir-se, quando foram surpreendidos pelo dilúvio. Esqueceram de ligar a vida terrena à vida com Deus. 2) A preocupação com vida diária, como o trabalho e a família, sem negligenciar a vindo do Senhor. 3) Cuidado com suas propriedades para evitar o imprevisto, da mesma forma não negligenciar a relação com o Senhor que vem. Era fundamental incutir no povo a vigilância e preparação para a espera do Senhor, desviando-os do apego aos bens deste mundo.

Para nós cristãos “ESTAR VIGILANTES, ATENTOS e EPREPARADOS”, é um alerta à vida digna e preparada: “NA GRAÇA DO SENHOR” para que a morte não surpreenda, abrindo o coração às oportunidades de salvação oferecidas por Deus. Se Ele me desafia a uma missão e eu prefiro “vida” fácil, sem compromisso, desperdicei o amor de Deus. Deus nos abre muitas portas, esperando nossa participação. Ele nos fez livres para ir e vir: é fiel em seus desígnios, nada nos impondo: SOMO LIVRES PARA OPTAR ENTRE A VIDA E A MORTE.
Vigilante: é o Fiel que está sempre atento e preparado para acolher o Senhor que vem.
“FICAI PREPARADOS! PORQUE, NA HORA EM
QUE MENOS PENSAIS, o Filho do Homem Virá".


 

 

 

 

 

COLORIDO E COM IMAGENS

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1º Domingo do Advento 01/dez/2013 - Ano A
VINDE e DEIXE-SE GUIAR PELA LUZ DO SENHOR (Isaias2,5)  
AO ENCONTRO DO SENHOR COM O IRMÃO
Ficai atentos: não sabeis em que dia o Senhor virá
https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQvu1USPcjAAumd6kCygRjGcmd1HuOYoBM2alNcQoXTIwQpNa7aaA INICIAMOS O ANO LITÚRGICO esperançosos de Graças e Bênçãos. A liturgia do Advento é um apelo: conversão, vigilância, alegria e esperança no Senhor que vem (a exemplo do povo de Deus durante séculos). O nascimento de Jesus, não como uma simples lembrança histórica, terá sentido em nossa vida se abrirmos nosso coração, nossos lares e comunidades. Advento é tempo de espera (“Quando virá Senhor o Dia...”). https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRLyIVyfyjd0pKbACo6IxgT3EQwTHeexBhASrH8VuqPwMzoIbdP0g
Vigilância é prontidão e desapego de tudo que nos afasta de Deus. Vigilância é oração e temperança permanente: “Sejam sóbrios e fiquem de prontidão” (1 Pedro 5,8-9). É se guiar pela luz do Senhor e aprender com Ele a fazer história, construindo uma nova sociedade
https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQFCDeln9GEifouaJQENXgOE-EDTQDuWphbRK_s6QmcXvCqIaT9 Advento”, vinda, chegada: é o caminho ao encontro do Salvador que assume a natureza humana e revela o mistério amoroso de Deus. Tem dois pontos de chegadas: até 15 de dezembro prepara a segunda vinda do Senhor e no último domingo salienta o Natal: a vinda do Filho do Altíssimo. É o Maratá do cristão, que clama: vem, Senhor! Exige conversão e fé, assumidas no Batismo e atualizados na Páscoa.

1ª Leitura: Isaías 2,1-5 O Senhor reúne todas as nações para a paz eterna do Reino.
https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS34vfJSUzpcvi_K0EAL3_gIBL4FQOxwhFtofqlvQao3SA-79vKnwO texto é um poema de paz universal e de união de todos os povos em torno de Deus. É um convite para o encontro dos homens no monte do Senhor: ouvir sua Palavra de esperança e de paz sem fim. “Eles transformarão suas armas em ferramentas de trabalho. Povo algum levantará a espada contra outro povo e não haverá guerra”. É a criação de um mundo novo de paz entre as nações: verdadeiro prefácio da vinda gloriosa do Senhor no Juízo Final. 
http://imgcdn.nrelate.com/image_cache/cleofas.com.br/d1c2c994ef7153fd0f6bce312d77c967_thumb_jesus-born-300x192.jpg É a realização da profecia: “O verbo se fez carne e veio habitar entre nós, trazendo a paz aos homens”. Devemos estar preparados para acolher o Salvador: ouvindo sua Palavra e sua proposta de salvação. Ele cumpriu sua parte: venceu o mal e a morte para nos dar vida nova. Cabe aos homens fazer sua parte.
É a realização da profecia:

2ª Leitura: Romanos 13,11-14a  A salvação está mais perto de nós.
http://shop.netstore.com.br/clubeculturadepaz/images/p/detail/preceVigEspJesus.jpg?format=jpg&width=200É o domingo da vigilância. Vigiar é ser solidário com Jesus, assumindo a causa dos oprimidos e desprezados de nosso meio. Paulo inicia com um alerta: “Vós sabeis em que tempo vivemos: já é hora de acordar, pois nossa salvação se aproxima”. É um libertar-se do mundo das trevas para vestir-se da LUZ de Cristo. https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgGk_oJAocmADADJ_jKkmlv0iB5SMWiEkIM-jkqGglXG_mDv6uCnnDaXDuOA3AzJQwovD5HVuNQpbL8Ej6H9m3dPrRM1LyEgVpDtlW9DSXQR_IFC_wwOv40jaxfVT387SxpCuqJ7s8h2ngb/s320/jesus+a+luz+do+mundo.jpgPaulo alerta que a porta está aberta a todos os que lutam por uma sociedade justa e pacífica: Para isso Jesus deu sua vida.  Em sua carta missionária, ele se reporta ao tempo presente com a vinda futura de Cristo: “A noite vai adiantada e o dia vai chegando, por isso é momento de fugir das trevas e vestir-se com as armas da luz”,  http://professorteodoro.com.br/wp-content/uploads/2012/12/Jesus-Christ-reborn-merry-christmans-papel-de-parede-de-natal-nascimento-de-jesus-cristo-pres%C3%A9pio-150x150.jpgacrescentando: “nada de orgias, comilanças, brigas ou rivalidades, pelo contrário:  Revesti-vos do Senhor Jesus”. Responsável pelas comunidades, Paulo recomenda: É para esta vida nova, livres do egoísmo e do pecado, que cada um deve trilhar o viver na Fé, no amor e no serviço. A questão fundamental para Paulo é a conversão: sair das trevas para a luz. “acordai e renovai o entusiasmo pelo evangelho e revesti-vos do Senhor Jesus que vem”.
EVANGELHO: Mateus 24, 37-44 Ficai atentos e preparados!
http://blog.cancaonova.com/padreanderson/files//var/www/blog.cancaonova.com/wp-content/blogs.dir/2968/files//2009/06/jesus-150x150.jpg O texto é um apelo à vigilância. Mateus apresenta o último discurso de Jesus antes da Paixão: um discurso de caráter escatológico, onde a questão central é a vinda do Filho do homem (anos 80), diferente de Marcos, referindo-se aos Sinais da destruição de Jerusalém (anos 65-70), épocas diferentes. Mateus, percebendo o desânimo do povo de Deus, pela vinda do Senhor, sente ser o momento de renovar neles a esperança de construir o Novo Reino. Oportunas as palavras de Cristo sobre sua vinda gloriosa, compondo com elas uma exortação ao povo, como um fato certo e sem tempo determinado, mas que exige preparação, amor e fé no Salvador.
A linguagem desta mensagem é estranha e enigmática, do gênero da época. Uma mensagem apocalíptica, por revelar algo escondido. O objetivo é alertar as pessoas desanimadas e tristes, confortando-as de que a vitória final será de Deus e de Seus fiéis amigos. Em consequência apresenta três sinais: 1) A referência à arca de Noé: o povo se preocupava em gozar a vida, divertir-se, quando foram surpreendidos pelo dilúvio. Esqueceram de ligar a vida terrena à vida com Deus. 2) A preocupação com vida diária, como o trabalho e a família, sem negligenciar a vindo do Senhor. 3) Cuidado com suas propriedades para evitar o imprevisto, da mesma forma não negligenciar a relação com o Senhor que vem. Era fundamental incutir no povo a vigilância e preparação para a espera do Senhor, desviando-os do apego aos bens deste mundo.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhsj6FXctKBa2EEuIf_LVilBdiOVaKWxmKokuLH4h2jRk10GxEFX6FP1nJFz9R5yNJW7XOyfwsn9ktTRrh_ZFRX6vRyyCrxAd2pyV3Ea4BWvIhUM8JU2QD113pBrmjQBNQwow0R2uyqgug/s1600/tumblr_lw9vv0lqjM1r289s2_large.jpg Para nós cristãos “ESTAR VIGILANTES, ATENTOS e EPREPARADOS, é um alerta à vida digna e preparada: “NA GRAÇA DO SENHOR” para que a morte não surpreenda, abra seu coração às oportunidades de salvação oferecidas por Deus. Se Ele me desafia a uma missão e eu prefiro “vida” fácil, sem compromisso, desperdicei o amor de Deus que nos abre muitas portas, esperando nossa participação. Ele nos fez livres para cada um escolher seu caminho: é fiel em seus desígnios, não impõe.

Vigilante: é o Fiel que está sempre atento e preparado para acolher o Senhor que vem.

“FICAI PREPARADOS!”
“PORQUE, NA HORA EM
QUE MENOS PENSAIS,
O FILHO DO HOMEM VIRÁ”.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013


SER REI É SERVIR O BEM COMUM DO POVO
VENHA A NÓS O VOSSO REINO: dia do cristão Leito
C
oncluindo o Ano da Fé: O que ela significa para a nova via (fidelidade?).
A celebração dos mistérios de Cristo, do nascimento até sua morte e ressurreição, ascensão, pentecostes, marca o início do ano litúrgico: O Cristo Rei do Universo, Sua realeza e divindade, como cruz. Ele privilegia os excluídos e marginalizados, a escória da sociedade com suas fraquezas. A oferta do paraíso ao bom ladrão reflete Sua missão, convertendo o primeiro cidadão do Reino do céu: “Eu não vim chamar os justos e sim os pecadores”, sem fugir de sentar-se à mesa com os publicanos e pecadores. Concluímos o Ano da Fé, instituído pelo Papa Bento XVI, lembramos os 50 anos de abertura do Concílio Vaticano II e os leigos, como sinal na sociedade, representando o rosto de Jesus como pedra viva da igreja e discípulos do Rei dos Reis, seguindo seus passos.
Ele é um Rei diferente: onde reina o amor, paz, justiça,  misericórdia. A liturgia abre nosso coração à realeza do Filho que serve e perdoa, dando sua vida. É a soberania de um Rei crucifixado por amor que afirma diante de Pilatos: o meu reino não é deste mundo (João 19, 36).
1ª Leitura: 2Samuel 5,1-3 Eles ungiram Davi como rei de Israel.

O texto apresenta David como rei de Israel que iniciou seu reinado com abundância e paz. O Povo sonhava com a restauração do reino da família de Judá. Os profetas prometeram a chegada de um descendente Dravídico que iria realizar esse sonho. David (por volta de 1005 a.C), com o apoio de todas as tribos, foi ungido o rei de Israel, na presença do Senhor: “Tu apascentaras o meu povo e será o seu chefe”, indicando que era desejo de Deus.  Seu reinado trouxe felicidade, abundância, paz, que ficou na memória do Povo de Deus, como glorioso, por isso, mais tarde, desejado seu retorno. Razão porque, Jesus Cristo, o Messias, como descendente de David é o Rei de Israel e o Rei do Povo de Deus hoje e sempre.
2ª Leitura: Col. 1,12-20 Recebeu-nos no reino de seu Filho amado.
Os colossense instruídos por Paulo na doutrina evangélica forram iludidos por opositores religiosos com dúvidas e práticas religiosas contrárias, gerando crise no povo. Paulo, d prisão, alerta o povo da correta adesão aos ensinamentos de Cristo. Paulo apresenta um hino à realeza e a soberania de Cristo sobre toda a criação, como fonte de vida para o homem: um convite à ação de graças por Deus ter livrado o povo do poder das trevas, abrindo seus olhos ao Reino de seu Filho. Apresenta Cristo como imagem de Deus, o primogênito de toda a criatura, O herdeiro que “n’Ele, por Ele e para Ele foram criadas todas as coisas”.  Reafirma Cristo como “Cabeça da Igreja, que é seu corpo”, como “o primogênito entre os mortos” e que “nEle reside toda plenitude”, concluindo: por Cristo, todas as criaturas na terra e nos céus, foram reconciliadas com Deus.
Evangelho: Lucas 23,35-43 Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reinado.
O Evangelho sintetiza a realização dessa promessa: Jesus é o Messias/Rei, enviado por Deus, que veio tornar realidade o sonho do Povo de Deus e apresentar aos homens o seu Reino, um Reino de luta, violência e morte, mas alicerçado no amor, perdão e no dom da vida. O Evangelho nos situa no local do O calvário é o final da caminhada terrena de Jesus na construção desse Reino. Vejamos a cena:
Jesus, entre dois malfeitores, é zombado e ridicularizado: “Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo e a nós!”  O povo em silêncio O contempla perplexo. Por cima da cruz a inscrição: INRI: este é o rei dos judeus. Uma ironia? O seu trono: uma cruz (expressão máxima de uma vida feita de amor e de entrega) e dois malfeitores: os súditos, (um O insulta e o outro implora: Lembra-Te de mim quando estiveres no Teu Reino!) Este e o quadro de sua realeza, seu poder. Jesus é o Messias e o Rei, enviado por Deus para anunciar o reino ao Povo de Deus,  ser o Rei dos Judeu e cumprir a promessa feita a David.
A inscrição na cruz resume tudo: um Reino de serviço, de amor, de entrega, de dom da vida. Por isso sua resposta aos que acolhem a salvação: “hoje mesmo estarás comigo no paraíso”.
O Cristo-Rei não é um Deus dominador, mas como um Deus acolhedor que reina nos corações de todos os homens: ESTE É O SEU TRONO que tem na Igreja o seu corpo, como sinal visível no meio de nós. Diante deste Rei que dá vida por amor, devemos repensar nossa existência e nossos valores.

JESUS CRISTO ONTEM, HOJE E SEMPRE
 
Pelo e-mail, wlimar@yahoo.com.br Participe, dando sua sugestão.

 
 
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COLORIDO E  COM IMAGENS
 


SER REI É SERVIR O BEM COMUM DO POVO

VENHA A NÓS O VOSSO REINO: dia do cristão Leito
 
Concluindo o Ano da Fé: O que ela significa para a nova via (fidelidade?).
https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTKSVJ0nVq2WkEGGzOPv4REioueAOlFy3GSKgbtRT0uF2FNq17_ A celebração dos mistérios de Cristo, do nascimento até sua morte e ressurreição, ascensão, pentecostes, marca o início do ano litúrgico: O Cristo Rei do Universo, Sua realeza e divindade, como cruz. Ele privilegia os excluídos e marginalizados, a escória da sociedade com suas fraquezas.
https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSPnxhoKg0moZj1_oyPudDeZX2kszXpdcihU8epd0NuVzGuA5ilXAA oferta do paraíso ao bom ladrão reflete Sua missão, convertendo o primeiro cidadão do Reino do céu: “Eu não vim chamar os justos e sim os pecadores”, sem fugir de sentar-se à mesa com os publicanos e pecadores. Concluímos o Ano da Fé, instituído pelo Papa Bento XVI, lembramos os 50 anos de abertura do Concílio Vaticano II e os leigos, como sinal na sociedade, representando o rosto de Jesus como pedra viva da igreja e discípulos do Rei dos Reis, seguindo seus passos.
https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTBS3tzAWIXX-Kb_Eg-GJSOuORQHjppVZ0GIsHGeH_nik7xyfN8Ele é um Rei diferente: onde reina o amor, paz, justiça,  misericórdia. A liturgia abre nosso coração à realeza do Filho que serve e perdoa, dando sua vida. É a soberania de um Rei crucifixado por amor que afirma diante de Pilatos:
o meu reino não é deste mundo (João 19, 36).
 

1ª Leitura: 2Samuel 5,1-3 Eles ungiram Davi como rei de Israel.

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2ª Leitura: Col. 1,12-20 Recebeu-nos no reino de seu Filho amado.

http://www.ordemrosacruz.org.br/loja/images/resizeImageWSFOTOS.php?filename=155.jpg Os colossense instruídos por Paulo na doutrina evangélica forram iludidos por opositores religiosos com dúvidas e práticas religiosas contrárias, gerando crise no povo. Paulo, d prisão, alerta o povo da correta adesão aos ensinamentos de Cristo. Paulo apresenta um hino à realeza e a soberania de Cristo sobre toda a criação, como fonte de vida para o homem: um convite à ação de graças por Deus ter livrado o povo do poder das trevas, abrindo seus olhos ao Reino de seu Filho.

https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQGZsboXHw5TfGMf-IVTr-Nd3Zd-ANf8YhxdlPuCceTIWT-pNps Apresenta Cristo como imagem de Deus, o primogênito de toda a criatura, O herdeiro que “n’Ele, por Ele e para Ele foram criadas todas as coisas”.  Reafirma Cristo como “Cabeça da Igreja, que é seu corpo”, como “o primogênito entre os mortos” e que “nEle reside toda plenitude”, concluindo: por Cristo, todas as criaturas na terra e nos céus, foram reconciliadas com Deus.
Evangelho: Lucas 23,35-43 Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reinado.
https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTarrBwW8VLJHRJmyc-iN0BGmMf5Kv9p_gkNodhtFa0JwNGapWL6A O Evangelho sintetiza a realização dessa promessa: Jesus é o Messias/Rei, enviado por Deus, veio tornar realidade o sonho do Povo de Deus e apresentar aos homens o seu Reino, um Reino de luta, violência e morte, mas alicerçado no amor, perdão e no dom da vida.
 O Evangelho nos situa no local do O calvário é o final da caminhada terrena de Jesus na construção desse Reino. Vejamos a cena:  

http://www.redemaranatha.com.br/wp-content/uploads/2011/09/176-o-ladrao-na-cruz-150x150.jpgJesus, entre dois malfeitores, é zombado e ridicularizado: “Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo e a nós!”  O povo em silêncio O contempla perplexo. Por cima da cruz a inscrição: INRI: este é o rei dos judeus. Uma ironia? O seu trono: uma cruz (expressão máxima de uma vida feita de amor e de entrega) e dois malfeitores: os súditos, (um O insulta e o outro implora: Lembra-Te de mim quando estiveres no Teu Reino!) Este e o quadro de sua realeza, seu poder. Jesus é o Messias e o Rei, enviado por Deus para anunciar o reino ao Povo de Deus,  ser o Rei dos Judeu e cumprir a promessa feita a David.
 
https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT9jBoKXt6YN1bdp_mGRz67LjMWfhJMFdcKcDgH9teljUMHba4BA inscrição na cruz resume tudo: um Reino de serviço, de amor, de entrega, de dom da vida. Por isso sua resposta aos que acolhem a salvação: “hoje mesmo estarás comigo no paraíso.  
 
https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTxWozt2Vdsrg6OX1HR4BcPXkyFmF3N4wCRnNxZItb0sVg6EricXw O Cristo-Rei não é um Deus dominador, mas como um Deus acolhedor que reina nos corações de todos os homens: ESTE É O SEU TRONO que tem na Igreja o seu corpo, como sinal visível no meio de nós. Diante deste Rei que dá vida por amor, devemos repensar nossa existência e nossos valores.
JESUS CRISTO ONTEM, HOJE E SEMPRE
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