terça-feira, 5 de fevereiro de 2013


5º Domingo do Tempo Comum-10/02/2013, Ano C
OS DISCÍPULOS DEIXARAM TUDO E SEGUIRAM JESUS
O sinal profético do batizado é o seu jeito de ser e de viver na Fé, Discipulado e Conversão.
O profeta diante de Deus sente suas limitações, mas fiel a missão, exclama:
“Aqui estou, Senhor, envia-me!” Assim, a Igreja, consciente de ser a modesta barca de Pedro, com sua dimensão universal, confia no envio e na providência Divina. É o domingo da pesca milagrosa e convocação para a missão, quando somos desafiados por Jesus a lançar as redes em águas profundas como verdadeiros discípulos missionários em missão. Pedro nos dá o exemplo:“Em atenção a tua Palavra, vou lançar as redes”. Através da Palavra se faz experiência de Deus, acolhendo a missão, o envio como discipulo de Jesus. Antes do envio, porém, a liturgia convida todo cristão a passar pela experiência de Deus a fim de participar da missão salvadora. Pedro, como Paulo e Isaías, reconhece sua fragilidade para seu “sim” a missão: “Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador”. NÃO TENHAIS MEDO!”, diz Jesus
A palavra de Deus é dirigida a Isaías, no templo, a Pedro, na sua barca e a Paulo, pela Escrituras. Hoje, a mesma Palavra é dirigida a nós, vocacionados.
Primeira Leitura: Isaías 6,1-2a.3-8 Aqui estou, envia-me
O texto relata a vocação de Isaías e a iniciativa do Senhor, três vezes santo e glorioso. A majestade de Deus se confronta com o sentimento pecador e de lábios impuros de Isaías. Ao sentir seus lábios urificados pelo enviado de Deus, o Isaías, temeroso diante de Deus, sente-se apto a assumir a missão profética: Aqui estou! Envia-me, Senhor! O mesmo Deus do envio a missão é o que dá as condições e a graça para cumpri-la. O relato é uma catequese teológica da experiência e do caminho da verdadeira vocação, como obra de Deus. Isaias, como protótipo do homem sensível ao apelo de Deus, com coragem, abraça e missão que lhe foi confiada, embora se sentindo indigno. É o sentimento de todo vocacionado: “com tanta gente competente e em condições, logo eu com minhas limitações!...”
Vocação: cada um tem sua história de como Deus o desafia para uma missão.
Salmo Responsorial: O salmo é uma ação de graças a Deus pela salvação. Vou cantar-vos, ante os anjos, ó Senhor, e ante o vosso templo vou prostrar-me.
Segunda Leitura: 1Coríntios 15,1-11 É isso o que temos pregado e é isso o que crestes.
O texto é a síntese da profissão de fé cristã: Cristo morreu por nossos pecados, foi sepultado e ressuscitou glorioso no terceiro dia. Paulo se sente indigno de ser chamado apóstolo porque perseguiu a Igreja: sou como um abortivo.  A exemplo de Isaias: Deus quis contar com ele. A graça de Deus fez de mim o que sou”. O cristianismo provocou um choque de mentalidade cultural quanto à ressurreição dos mortos, rejeitada pelos gregos. O corpo, para eles, era impuro e a alma uma realidade ideal, dificultando conciliar com a ressurreição. Para Paulo, nós, cristãos, ressuscitaremos, porque Cristo ressuscitou. Por isso Paulo prega o que é para ele, a realidade cristã: Jesus Cristo Salvador, o Cristo vivo e ressuscitado que só a fé pode perceber.
A Ressurreição da Carne, vida nova e libertadora, que afirmamos no credo, como doutrina da Fe católica, é dogma de fé.
Evangelho: Lucas 5,1-11 Os pescadores Deixaram tudo e seguiram Jesus como discípulos.
Deus chama quem está atento e ouve a sua vos, o clamor da necessidade de tornar a vida mais humana e justa. Estar a serviço do Reino é sentir a presença do Senhor que nos convida a ir mais longe: é pescar onde parece não ter peixe; é fazer justiça e levar fraternidade, onde a competição e a lei não funcionam. Deus pesca com quem lança redes em nome de valores humanos e divinos. Assim Jesus, para realizar a missão que o Pai lhe confiou e dar sequência a seu ministério, forma seu exército de seguidores:  A IGREJA.
Jesus chama os primeiros discípulos em meio a uma pesca milagrosa. Eles, tristes, desanimados, recolhem as redes. Jesus ordena avançar para as águas mais profundas e lançar as redes. Simão, perito em pescaria, conhecia o momento e hora oportuna para pesca, mas confia no Mestre e faz a maior pescaria. O milagre o faz professar sua fé em Jesus, como o Senhor. O pescador reconhece a própria fragilidade e abre seu coração à graça divina. Não tenhas medo! De hoje em diante serás pescador de homens.
A proposta de Jesus é o anúncio da Boa Nova aos pobres e desamparados. A resposta é radical: deixaram tudo e O seguiram. O chamado é dom, a resposta cabe a cada um de nós. No episódio de Isaías como dos primeiros discípulos, essa resposta supõe ação despojada e radical. Como profetas, digamos, “Aqui estou! Envia-me, Senhor!”
O texto é uma catequese que procura apresentar as diretrizes da identidade cristã (estar no barco de Jesus), mostrar o que é ser cristão (como comunidade engajada), ser discípulo de Jesus e assumir as conseqüências de segui-LO (ensinar da barca, missão).Para isso o discípulo deve aprender a escutá-lo, fazer o que Ele diz e seguir suas indicações (ao lançar as redes no mar, na messe), entregando-se, confiante, em Suas mãos e reconhecê-LO como o Senhor, o “kyrios”. Em síntese, ser cristão é aceitar a missão proposta por Jesus de: ser pescador de homens, como seguidores de Sua obra libertadora.
Ser Discípulo de JESUS é entrar em Sua Banca com a missão de resgatar homens do mar da perdição que os impede da felicidade eterna.

O Discípulo ouve a voz do Mestre, entra em Sua barca e lança a rede em águas profundas, confiando na Pesca Exitosa.

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<><><>SAÚDE E PAZ!<><><>

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


4º Domingo do Tempo Comum-03/02/2013, Ano C
MINHA BOCA ANUNCIARÁ TODOS OS DIAS, VOSSAS GRAÇAS INCONTÁVEIS, Ó SENHOR (Salmo 70,15)
A liturgia deste domingo nos convida a refletir sobre o caminho do profeta, um caminho de sofrimento, de solidão, de risco, mas de paz e de esperança, porque é um caminho onde Deus está:  
“Não temas, porque Eu estou contigo para te salvar”.
  A IGREJA PEREGRINA: Cristo se torna presente e atuante na história humana, através da Igreja que, pela inculturação, exprime o espírito cristão na sociedade. Igreja peregrina é uma igreja servidora à procura da perfeição na Fé, Esperança e Caridade.
Ela deseja entender a verdade, é Sal da terra e Luz do mundo que vive a alegria da Esperança e no
aprendizado do amor e do perdão em convício com os pecadores, os pobres e oprimidos.
Jesus provou a experiência do desprezo, da rejeição e expulsão de sua cidade, por causa de sua missão profética. Fomos enviados a dar sequência a essa missão do Senhor.
Os textos nos apresentam dois exemplos de fidelidade à missão: JEREMIAS E JESUS.
Primeira Leitura: Jeremias 1,4-5.17-19. Eu te consagrei e te fiz profeta das nações.
Jeremias (constituído profeta por Jahwéh) confia no Senhor porque Ele o conhece antes mesmo de ter nascido e, desde então, foi consagrado como profeta a serviço dos povos. Essa certeza fortalece o profeta diante dos reis, dos sacerdotes e do povo, porque Deus está com ele. Igualmente, Jesus se apresenta como o profeta que cumpre sua missão por vontade do Pai. Assim a Igreja, corpo de Cristo, é uma comunidade de profetas.
A missão profética de Jeremias começa em época muito conturbada na área política e religiosa, quando reis infiéis multiplicaram altares aos deuses estrangeiros, levando o Povo a se afastar de Jahwéh. O rei de Judá, Josias, procura concentrar a vida litúrgica no Templo de Jerusalém, encontrando dificuldades em corrigir o coração do Povo e seus hábitos.
Jeremias, como bom vocacionado, ouve a voz de Deus: “Palavra do Senhor foi-me dirigida”, tornando-se para ele a única coisa decisiva. Deus, ao lhe confiou uma missão como profeta, estabeleceu com ele uma relação estreita e íntima que, ao viver da inspiração de Deus, aprende a discernir Seus planos para os homens e para o mundo. “Os inimigos farão guerra contra ti, mas Eu estou contigo para te defender”, diz o Senhor.
O profeta é uma realidade que Deus continua a contar para intervir no mundo e para recriar a história: No batismo fomos ungidos como profetas, à imagem de Cristo.
Salmo Responsorial: O salmista confia no Senhor, abrigo seguro e refúgio dos justos e fiéis. Minha boca anunciará todos os dias, vossas graças incontáveis, o Senhor.
Segunda Leitura: 1CorÍntios 13,4-13 (12,31-13,13)
Permanecem a fé, a esperança e a caridade. Mas a maior delas é a caridade.
O texto se reporta ao amor que é o dom por excelência, derramado pelo Espírito em nossos corações. É o Cântico dos Cânticos da nova aliança ou o Hino ao amor. O amor é  gratuito, sendo  a essência da vida cristã. Um profeta deve se deixar guiar pelo amor, longe dos próprios interesses,  para que sua missão tenha sentido e atinja seus objetivos. Paulo quer aqui dizer, de forma resumida e “ao pé da letra”, que só há um carisma absoluto: o amor, ágape, sem egoísmo, mas gratuito e fraterno. Ele é taxativo: sem amor,  as melhores coisas (fé, ciência, profecias) são vazias e sem sentido. Só o amor dá sentido a toda a vida e toda vivência cristã,incluindo os santos.
 Os dons estabelecem uma comparação entre o amor e o resto dos carismas. Ele é a única coisa perfeita, por isso permanece eterno. Três coisas são importantes na vida cristã: fé, esperança e caridade, mas a maior delas é a Caridade (o amor).  O amor procura o bem do outro: quando faço algo partilho, presto serviço ou, na linguagem de Paulo: o amor é a essência da experiência cristã.
 
Do amor partilhado nasce a comunidade de irmãos que chamamos Igreja.
Evangelho: Lucas 4,21-30 Jesus, assim como Elias e Eliseu,não é enviado só aos judeus.
O texto é sequência do último domingo: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir”. As pessoas se emocionam com as palavras de Jesus, cheias de sabedoria, mas ainda não compreendem sua missão. É difícil reconhecer no filho do Carpinteiro o Messias. Diante da reação do povo, Jesus se apresenta como profeta, consciente de seu destino: nenhum profeta é bem recebido em sua terra. Repete-se com Ele o que sucedeu com Elias e Eliseu que, não conseguindo cumprir a missão com o povo de Deus, foram pregar a estranhos.  A rejeição ao filho de José era a expectativa de um Messias como o “salvador da Pátria”, um milagreiro. Jesus os contesta pela falta de fé no amor que Deus lhes oferece. Ofendidos, tentam linchá-LO, expulsando-O da cidade. O Mestre não se deixa intimidar e passando pelo meio deles, continua Sua missão.
Jesus, rejeitado e ameaçado, segue com plena liberdade o seu ministério. A rejeição ao projeto de Deus não pode impedir que a missão a nós confiada seja frustrada. Jesus não veio para resolver problemas pessoais nem mostrar o seu poder e sim salvar o mundo mediante o anúncio da Boa Notícia de libertação aos pobres, marginalizados e oprimidos, por isso foi rejeitado. A catequese anunciada por Lucas é o caminho da Igreja: a comunidade cristã toma consciência da missão de seguir os passos de Jesus
Os habitantes de Nazaré sabem identificar a família de Jesus e seus amigos, mas não percebem a importância de seu ministério, por isso a dificuldade em aderir a sua proposta. É a atitude de quem procura Jesus para ver curas e espetáculos ou para resolver os seus problemas pessoais, como se Deus fosse um  comerciante, de quem se aproxima para fazer negócio ou troca. O Deus que queremos é o Pai misericordioso e exigente ou um deus que satisfaz nossos interesses? O caminho que Deus nos propõe é o caminho da fidelidade a sua Palavra, onde se lida com a incompreensão, com a solidão, com as críticas que magoam, com a solidão e o abandono que alguma vez nos impedem de cumprir a missão que Deus nos confiou.
Discípulo é aquele que escuta a voz de Jesus, acolhe Sua proposta e O segue no caminho do amor e do dom da vida. O batizado é chamado a ser discípulo de Cristo, converter-se e acreditar no Evangelho.

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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013


3º Domingo do Tempo Comum - 27/01/2013

“VOSSAS PALAVRAS, SENHOR, SÃO ESPÍRITO E VIDA!” (João 6, 63c)
Cumpre-se hoje em mim a Palavra!”
A revelação divina nos vem através das Escrituras, da Palavra e da Inspiração, vividas e comprovadas pela Igreja.
A liturgia nos faz refletir a Palavra de Deus: ela é centro e vida na construção da experiência da vida cristã. Palavra, doutrina concreta, é o anúncio libertador que Deus dirige a todos os homens em Jesus Cristo e através de Seus seguidores, a Igreja. Jesus como bom judeu, participa da liturgia da sinagoga no dia de sábado e se manifesta num culto semanal onde costuma participar, exercendo o ministério de leitor. Ele é a palavra viva impregnada na história humana: “Hoje se realiza essa Escritura que acabastes de ouvir”.
Neste Domingo do Tempo Comum, iniciamos Evangelho de Lucas que vai inspirar a liturgia dominical Ano C. A Palavra de Jesus, Ungido no batismo pelo Espírito Santo, nos convoca a anunciar o Evangelho a todos, além de assistir os pobres, cuidar dos coxos e oprimidos, ensinando as pessoas a viver com a dignidade e liberdade, para que todo ser humano se torne amigo de Deus. Assim nós, comunidade de fé e seguidora de Jesus, que escutamos Sua Palavra e renovamos o nosso compromisso de vivê-la, como filhos de Deus, devemos anunciá-la. Na vivência litúrgica, como membros do corpo de Cristo, devemos viver e fazer memória da prática libertadora de Jesus, o ungido do Pai, na força do Espírito Santo.
A fidelidade ao caminho percorrido por Cristo é a exigência fundamental do ser cristão.
Primeira Leitura: Neemias 8,2-4a.5-6.8-10  Leram o Livro da Lei de Deus (O Torah) e explicaram seu sentido: O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu.
A eficácia da Palavra de Deus, que cria assembléia, sua Igreja, já se comprovou no Antigo Testamento. Foi na restauração do culto após o exílio. Os judeus, retornando do exílio, conseguiram reconstruir o templo, as muralhas da cidade, suas próprias casas, mas vivem tempo de penúrias. Neemias reúne o Povo na praça para ouvir a leitura da Lei, feita por Esdras, lembrando o compromisso assumido com Javé, seu Deus, a fim de preparar esse novo futuro que Neemias sonha para Jerusalém e para o Povo. Neemias exorta o povo a voltar para suas casar e festejar o dia do Senhor. Na Palavra de Deus o povo encontra a sua identidade e confiança e, ao ouvir que era o dia de Deus, fez alegre comemoração. O dia consagrado ao Senhor é um dia de alegria e de festa para a comunidade que se alimenta da Palavra.
Deus deseja que Sua Palavra ocupe lugar de destaque na vida cristã e na comunidade.
Salmo Responsorial: As vossas palavras, Senhor, são espírito e vida.
Segunda Leitura: 1Coríntios 12,12- Vós, todos juntos, sois o corpo de Cristo e, individualmente, sois membros desse corpo .
A Palavra de Deus gera a Igreja, Corpo de Cristo, e se transforma em dons diversos, conforme o carisma de cada um, como aconteceu na sinagoga de Nazaré, pela ação do Espírito Santo. É uma família de irmãos onde os dons de Deus são repartidos e postos ao serviço, numa comunhão solidária. Assim, os membros, numa unidade de apoio mútuo e solidário, se complementam e se santificam. A comunidade cristã é uma família, são irmãos que vivem em comunhão, se respeitam e se amam e jamais um campo de invejas, de interesses egoístas e mesquinhos. Tudo se resume em responsabilidade mútua e responsável, a serviço do bem comum.
Os carismas que Deus nos confia se destinam ao serviço dos irmãos e o crescimento da Igreja e não para promoção pessoal e social.
Evangelho: Lucas 1,1-4;4,14-21 Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura.
O texto apresenta Cristo como a Palavra que se faz pessoa no meio dos homens para levar a libertação e a esperança aos oprimidos pelo sofrimento e miséria. A comunidade de Jesus é a comunidade que anuncia ao mundo essa Palavra libertadora. Jesus, citando o profeta Isaías, expõe o programa da sua missão libertadora. O conteúdo fundamental, no entanto, é a salvação e a graça de Deus. Só a graça nos traz a completa libertação que inicia pela conversão e o amor aos irmãos. Para nós, como Igreja, continuar a missão que nos foi confiada é denunciar a opressão e exploração da pessoa humana. Denunciar e colaborar pela liberdade, como fazia Jesus, praticando e promovendo a justiça no combate às forças da morte. Pensar como Jesus pensou, falar como Jesus falou, amar como Jesus amou, viver como Jesus viveu (é o ideal).
Nos anos 80, sem as testemunhas oculares de Cristo, começam a surgir heresias e desvios doutrinais que põem em risco a identidade cristã. Para Lucas era preciso lembrar suas raízes e a solidez da doutrina revelada por Jesus, através dos apóstolos e discípulos. O relato descreve como o
Messias pregou a fé e o amor, a forma de concretizar a sua missão no meio dos homens e Sua proposta de libertação dirigida a todos os oprimidos, além do caminho da Igreja sua fiel seguidora. Vinte e um séculos se passaram e a essência da proposta salvadora de Cristo se mantém, no entanto o mundo continua opressor. Crianças nas ruas, sem pais, sem abrigos, milhares morrem desnutridas, idosos são abandonados, sem amor, sem o carinho merecido e a viver de míseras pensões. Sem esquecer os lares destruídos pela droga ou álcool... “Se alguém disser: “Amo a Deus”, mas esquece seu irmão, é mentiroso.
A defesa da dignidade do homem, como preocupação fundamental da Igreja, deve ser a meta cristã. A Boa Notícia para os excluídos chama-se inclusão, aceitação, amor, libertação. Jesus é a Liberdade.

 Todo batizado é chamado a ser discípulo de Cristo, converter-se e divulgar o Evangelho.